quinta-feira, 30 de julho de 2009

ELA VIU A PEÇA 15 VEZES E VOCÊ?


Quando eu era criança, por volta de uns 6 anos, conheci a primeira pessoa ruiva da minha vida. Era uma menina, com os cabelos cacheados e num tom de vermelho que agora eu nem lembro, mas na época eu sei que achei bem estranho. Aliás, depois disso, comecei a achar todas as pessoas ruivas estranhas. Mesmo na adolescência, quando decidi pintar o cabelo de vermelho, achava ruivos naturais bem estranhos por causa daquela menina.
No dia 18/01/2009 eu estava passeando no shopping quando me deparo com uma simpática pessoa panfletando. Foi a primeira pessoa ruiva que eu vi desde aquela menina que vi quando era criança. Essa pessoa me falou um pouco dos preconceitos que os ruivos sofrem e acabou me deixando curiosa para ver a peça dos ruivos. Talvez o que tenha me deixado curiosa de início tenha sido a simpatia dessa pessoa... Mas como demorei um pouco para assistir, fiquei curiosa com o assunto.
Depois da primeira vez, fiquei tão encantada com a história e com as pessoas que não consegui parar de assistir. Acabei assistindo a peça 15 vezes e só parei na décima quinta porque a peça saiu de cartaz. Essas pessoas me trouxeram muita felicidade e me fizeram esquecer muitas tristezas em pouquíssimo tempo e, obviamente, me fizerameu esquecer esse preconceito ridículo.
A todos os ruivos, um grande abraço!

terça-feira, 28 de julho de 2009

RUIVO TAMBÉM GOSTA DE SAMBA


Na peça "Os Ruivos" o ator , Pedro Monteiro, mostra que está cansado de ser confundido com gringo em seu próprio país. E mostra com muita classe que sabe sambar. E por falar em Samba, o autor da nossa peça, Leonardo Neves, escreve par o jornal O Beija-Flor. Olha a novidade da Beija-Flor aí gente!!!!!!!!!!
Jornal O Beija-Flor volta a ser distribuído. O Beija-Flor está de volta! Com cara nova e discurso bem atual, o novo impresso da Azul-e-Branca de Nilópolis permitirá que sua comunidade fique antenada com o que rola dentro e fora das quadras. A equipe formada por Walter Honorato (edição), Cássia Valadão (reportagem), Leonardo Neves (reportagem ), Marcos Caram (diagramação), Irapuã Jéferson, Diego Mendes e Henrique Matos (fotografia), Wellington Tostes (marketing) e Dean Carlo Senra (publicidade) produziu um jornal com nítida proposta de sustentabilidade, reservando páginas para temas de caráter ambiental e sociocultural. As novidades relacionadas aos preparativos da Beija-Flor para o Carnaval 2010, claro, também recheiam a publicação, cujo relançamento acontecerá na próxima sexta-feira, durante um café da manhã com empresários, anunciantes e membros da diretoria da agremiação na quadra. O Beija-Flor, com tiragem de 10 mil exemplares, será distribuído gratuitamente em bairros da Baixada Fluminense, Zona Sul, em universidades, pontos turísticos do Rio, além de Porto Alegre, São Paulo e Poços de Caldas, em Minas Gerais.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

NOVIDADES


Agosto será um mês repleto de novidades. A cada quinze dias vamos postar, em nosso blog, dicas de beleza de um especialistas; pois cabelos vermelhos ou com tons alaranjados e pele branquinha necessitam de tratamento especial. O blog os Ruivos vai convidar dois especialistas por mês, para dar dicas de como manter uma pele saudável e cabelos bonitos e sedosos, que nem filme publicitário.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

SEM FOTO, MAS A HISTÓRIA É BOA

Sou fruto do acasalamento entre um loirão, filho de italiano, de cabelo liso e uma mulata , filha de baiana, de cabelo afro. O cruzamento entre essas duas espécies, resultaram numa coisa ruiva. Eu. Minha infância foi normal e eu nem era ciente de que era um ser humano diferente. Com, aproximadamente, 7 anos, eu passei a perceber que era comum as pessoas me chamarem de "Russo"...até aí, tudo bem.Com um certo tempo, na escola, perguntavam se eu havia me molhado e não enxugado, começaram a me chamar de "Ferrugem" e nas aulas de Química, de "Óxido Ferroso"(FeO)..."arroz doce com canela" e "pizza com orégano", por causa das minhas sardas. Me chamavam também de "cabelo de fogo", e de FireHair nas aulas de Inglês. Os coleguinas botavam suas mãos sobre minha vasta cabeleira ruiva e começavam a simular um incêndio chaqualhando as mãos e gritando "Ai, ai!". Eu era tido como bobão. Aquilo me deixava p...! Todo mundo que chegava perto de mim, dizia: "_Ih, você tem um monte de manchinhas no rosto, né !? Você nasceu com o cabelo assim mesmo? Mas eu conseguia suportar.Um fato que é muito comum, que ocorre com os ruivos, é ser confundido com outro ruivo, promovendo uma analogia à frase "Japonês é tudo igual". Em um belo dia, fui jogar bola na quadra perto da casa da minha tia, e todos me apelidaram com o nome do único ruivo que morava e, talvez, que eles conheceram pessoalmente ao longo de suas vidas até aquele momento. Todos os moradores que se dirigiam a palavra à mim, sem excessão, me perguntavam se eu era irmão dele e aquilo me perturbava abundantemente. Mas o fato de eu ter essa característica em comum com ele, me custou um pescotapa. Um colega dele me confundiu com o mesmo e, brincando, encheu a mão pra dar o pescotapa, como forma de carinho.Mas a pior coisa que aconteceu na minha vida, ocorreu no ano de 1997, quando eu tinha 9 anos, foi a existência a novela A INDOMADA. Não tive mais sossego...comecei ouvir coisas do tipo: GRAMPOLA...não consegui mais suportar...quase entrei em depressão. E pelo fato de eu "cair na pilha", era zoado mais ainda...era eu passar na rua em frente aos meus colegas que eu começava: SOU ROSA VERMELHA, AH, BEM QUERER, BEIJA-FLOR SOU TUA ROSA...eu era humilhado, rebaixado, descriminidado...praticamente uma vitima de "bullying". Desde aí, eu já estava certo de que eu não era uma pessoa "normal"... "Obrigatoriamente" eu comecei a aceitar a minha classificação de estranho perante a sociedade e, conseqüentemente, comecei a me sentir solitário e excluído, como se eu houvesse sofrido uma anomalia genética no período de gestação de minha mãe.Na adolescência, descobri o descolarante e a água oxigenada e, pra fugir dessa perseguição, comecei a adotar um visual ousado, com cabelo amarelo com o pretexto de querer estar na moda. Se bem que ser ruivo nesse mundo já é, automaticamente, algo extremamente ousado. Desde então, esse visual passou a ser uma característica cotidiana minha. A água oxigenada e a amônia passaram a ser minhas "drogas", onde eu fiquei dependente.Até que recebi uma notícia da minha prima: ela disse nossa outra prima ligou pra me informar que estão precisando de ruivos pra atuar em uma peça, pois ela havia assistido uma entrevista no Programa do Jô. Imediatamente iniciei uma investigação através de um site pouco acessado e que quase ninguém conhece, o YouTube, onde eu achei essa edição, onde o Jô entrevistou o Pedro Monteiro. A partir do momento em que assisti essa entrevista, comecei a não me sentir mais solitário e excluído do mundo, pois pessoas estranhas, assim como eu, estão unindo forças para sejamos classificados como seres-humanos normais e não sub-mutantes, porque se fôssemos mutantes, pelo menos poderíamos ser equiparados a X-Man, o que não seria nada mal.Nós devemos fazer com que os ruivos estejam na moda...que as pessoas pintem o cabelo de ruivo assim como pintam de loiro...que sejamos cobiçados por sermos raridade. Também devemos elaborar uma estratégia genética para aumentar o nível de reprodução ruiva, e consigamos aumentar a nossa porcentagem evitando nossa extinção.

OS TRÊS RUIVOS

FERNANDA TIBAU

Olá,
Meu nome é Fernanda. Somos três ruivos na família, meu tio paterno que já faleceu, meu pai e eu.....hoje o cabelo dele deu uma desbotada.....hehhehehehe....... Eu quando criança tinha vários apelidos, alguns gostava, outros não. Detestava cabelo de fogo, russinha, ferrugem, cenoucinha, acerola.... mas o apelido que mais gostava era moranguinho (boneca moranguinho). A pior época foi na adolescência quando me sacaneavam muito..... eu e minha amiga eramos chamadas de bujão de gás e foguinho. Hoje eu amo ser ruiva, pois é diferente, exótica, não tem em qualquer esquina como a loira e a morena. Nós definitivamente chamamos atenção. Quando vejo algum ruivo, olho e procuro algo que seja semelhante a mim. Se for criança, eu paro e começo a brincar, pois acho bebe ruivo a coisa mais linda do mundo. Bom, gostaria de saber em qual teatro vocês estão com a peça. Bjs Fernanda

domingo, 12 de julho de 2009

LEIA E FAÇA SEU COMENTÁRIO


O CONCURSO TÁ BOMBANDO. MANDE A SUA HISTÓRIA E GANHE UMA CAMISA DOS RUIVOS. A HISTÓRIA QUE TIVER O MAIOR NÚMERO DE COMENTÁRIOS ATÉ AGOSTO GANHA A CAMISA EXCLUSIVA DE NOSSA PEÇA. PARTICIPE! NA PRÓXIMA SEXTA, DAREMOS O RESULTADO PARCIAL. QUEM TÁ NA FRENTE?

RUIVA NATURAL

CAROLINE
Sou ruiva natural!!!

Olá meu nome Caroline Nunes e vou contar minha história...
Bom esse negocios de ser excluido, fui desde a maternidade, meu pai conta q no dia
5 de março estava somente minha mãe p/ ter bebe, depois do parto passa a enfermeira c/ um bebe branco enrolado em uma toalha somente c/ a cabeça vermelha de fora...rsrsrsr detalhe eu, meu pai levou um susto daqueles e disse de quem é esse a enfermeira respondeu sua menina, ele disse minha como: vermelha desse jeito...rsrsrsr bom ate todos se acostumarem não foi facil... e toda a infancia foi assim, apelidos vixe ja tive varios, vermelha, fogo, formiga, moranguinho, ruiva. Lembro de várias vezes voltar p/ casa chorando porq todos na escola me achavam diferente.
Anos depois nasceu minha irmã e tbm ruiva, somos as unicas da familia c/ essa cor de cabelo. Quando saimos juntas chega ser ate engraçado, de tanta gente perguntando como faz p/ ter o cabelo igual ao nosso, ou qual a cor de tinta q usamos, quando respondemos q somos ruivas naturais as pessoas fazem uma cara de espanto.
Existem varias lendas sobre ruivos, não sei se realmente é verdade ou não, mais acho q nos ruivos somos guerreiros.
Ano passado morei no estado do Pará (em Paragominas) eu era a unica ruiva da cidade, olha só faltava eu dar autografo, porq onde eu ia todos me olhavam pergunatvam se meu cabelo era de verdade e minha pele branca... um sarro No começo ate meu marido ficava encomodado, mais tbm acabou gostando...rsrsrsrs
Olha hoj é ainda dificil de me chamarem pelo nome, chamam por Ruiva, e ficou, não me encomodo pelo contrario!
Mais adorooo, amo chamar atenção porq oque é visto é lembrado...rsrsrsrs
É isso mesmo tenho orgulho de ser ruiva, acredito sim q somos especiais, afinal somos somente 4% da população mundial!
Ai fica meu recado, espero q gostem da minha historia... Abraços a todos os ruivos
bjos

ENFERRUJADINHA

JULIA MOITA
Minha mãe sempre gosta de contar essa historia e eu adoro! Eu sou a mais nova e tenho uma irmã, só que ela não nasceu ruiva.Minha mãe conta que foi parto cesariana e logo depois que eu nasci, quando a enfermeira me colocou nos braços dela, ela ainda estava meio desligada devido a anestesia, então ela perguntou para o médico muito preocupada comigo e sem entender: " Doutor, tem barro no cabelo da minha filha" rsrsrsrs ela nao entendia que eu era ruiva e que meu cabelo era muito vermelho da cor de barro então o medico foi explicar p ela.Em seguida ela riu e sempre adora me contar isso e acho muito engraçado, fico só imaginando a cena!!Fiquei maior e começaram a aparecer sardinhas e quando eu ia para a praia meus pais tinham que passar protetor solar até no couro cabeludo, porque se não ficava ardido de sol e meu pai sempre dizia que eu tinha sardinhas ou por que gostava de tomar banho de sol com a peneira ou por que tomava banho e não me enxugava direito e ficava enferrujadinha.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

PEDRO CONTA COMO TUDO COMEÇOU


Um baita incentivo. Pedro conta como começou a peça "Os Ruivos" . Faça desse palco o seu espaço para contar histórias sobre ruivos.


Ruivos e não ruivos podem escrever.

Leia o próximo post.
obs: A história do pedro não faz parte de nosso concurso. ( A história com mais comentários ganha uma camisa e poderá ser encenada. Mande a sua história)

COMO TUDO COMEÇOU

Pedro Monteiro

Há dois dias nós comemoramos oito meses de temporada, com 113 apresentações ao todo da peça "Os ruivos..." Pra mim e acredito que também para todas as pessoas envolvidas nessa iniciativa, são números que nunca nós imaginávamos chegar. Às vezes é até difícil responder como começou esse negócio todo. A primeira coisa que lembro e isso nunca vão esquecer, foi quando fui aprovado pra fazer uma campanha publicitária de uma empresa que fabrica pizzas e na hora que entrei dentro set, com figurino no corpo, contrato assinado e tudo pronto para o “ação!” do diretor, o assistente me procurou querendo saber se eu me chamava Pedro Monteiro, na hora respondi: Sim claro. Ele pede pra esperar e depois retorna com a mesma pergunta e eu já um pouco preocupado, falo: Sim eu sou o Pedro Monteiro e qual é o problema? Aí o rapaz me manda essa: Desculpa, tivemos um probleminha, o personagem “garoto” é para ser feito por um ator negro. Agora, sentado na minha cadeira para escrever isso no blog, consigo lembrar que a primeira coisa que fiz foi rir de nervoso, segundo comecei fazer aquelas perguntinhas, tipo: Como assim? Tem certeza? Isso é uma brincadeira? Ao mesmo tempo em que tentava segurar, sem sucesso, uma lágrima que insistia em cair do meu olho. Dias depois sou informado o que aconteceu. Na hora da escolha final, que estavam eu o outro ator, que por sinal era negro mesmo, foi escolhido o outro, só que o assistente (aquele mesmo que veio me dá a notícia) se enganou e criou essa confusão toda. Agora pergunto: ruivo não come pizza? Depois desse episódio aí que não dá vontade de comer mesmo. Aí eu juntei todos aqueles apelidos que só nós ruivos conhecemos, pois estamos cansados de ser chamados de: russinho, sardentinho, alemão, ferrugem, arroto de Fanta, inferno na torre, tocha olímpica, cabeça de fósforo, curupira, água de salsicha, cenourinha e mais a vontade de fazer um trabalho bacana, pois não agüentava mais só fazer papel de “nerd”, peça infantil e papel de “nerd” Daí chamei o Leonardo Neves, meu amigo de escola e depois de dois anos e meio conseguimos estrear a Peça “ Os ruivos...”


Muito obrigado a todos que já foram assistir a nossa peça, ruivos ou não. Obrigados todos que visitam o nosso blog pra saber um pouco mais sobre os ruivos e também mandar coisas sobre ruivos pra cá e um obrigado enorme ao meu Deus ruivo, pra mim Deus é ruivo e disso ninguém me convence ao contrário, por tudo que aconteceu com essa nossa iniciativa.


Ah! Se alguém souber de algum apelido manda pra cá pra eu incluir na peça. E aqui em baixo dois filmes de campanhas publicitárias que fiz um, um, um...NERD!!!!!


Ass: Pedro Monteiro

NERD AMERICANO

ZÉ RUELA

quarta-feira, 1 de julho de 2009

MANDE UMA HISTÓRIA RUIVA


Venha fazer parte do Movimento dos Ruivos, mande a sua história para o nosso e-mail:osexcluidos2008@gmail.com, com o título: Ruivos têm histórias pra contar. A história que tiver o maior número de comentários, até 1 de Agosto, vai ganhar uma camisa da peça Os Ruivos.

VEJA A LIDYA PARTICICPANDO. COMENTE.

RUIVA OU UM E.T. - EIS A QUESTÃO??

Lydia Freitas
Realmente ser uma criança ruiva é uma questão traumática, cresci sendo apontada na escola, sendo a diferente, ouvindo nos corredores quando eu passava a música do "Tim Tones", sendo chamada de "foguinho", "água de salsicha" e tantos outros apelidos que me causavam constrangimento, sem que eu soubesse me defender ou explicar a minha origem. Sem contar a falta de referência, meu irmão respondia que sim quando perguntavam se éramos irmãos, mas explicava que eu tinha sido trocada na maternidade, eu ria, mas no fundo me questionava, tentando buscar alguém que se parecesse comigo. Minha mãe é morena de olhos verdes e meu pai também tinha cabelos pretos, olhos azuis e pele bem clara, mas ruivos mesmo, nunca vi nenhum na minha família, nem fotos, diz a "lenda" que eles existem mas eu nunca os vi, isso me preocupava.
Hoje, confesso a vocês que me orgulho de ser ruiva, o cabelo comprido até a cintura e ruivo continua me fazendo ser a diferente em todos os lugares, mas acho isso bom, chamo a atenção, e quase todos os dias ouço perguntas diferentes, mas sei exatamente como responder.
Certo dia estava vendo a vitrine de uma loja com uma amiga, quando a vendedora se aproximou.
Não falou nada, mas ficou parada ao meu lado só olhando, sabe aquele olhar de espanto?? Analisando tudo, me olhando dos pés a cabeça, bem mais a cabeça, rs..rs.., até que depois de alguns minutos me perguntou: ...deve ser legal ser assim né??? Minha amiga, na hora olhou pra mim com um olhar de espanto, sem entender, eu, olhei pra vendedora, olhei pra vitrine, olhei pra minha amiga e continuei como se não estivesse entendido o que ela falou, mas já imaginava do que se tratava. Minha amiga, sabendo das minhas respostas, logo disse pra que fossemos embora, mas eu continuei a olhar a vitrine. A vendedora, não satisfeita, me disse mais uma vez: ...realmente deve ser muito legal ser assim...como você se sente, como é ser assim??. E ficou aguardando ansiosa minha resposta, como se eu fosse algo inusitado que ela visse pela primeira vez. Eu, sem alternativa, perguntei a ela: Deve ser legal ser assim, como??? e ela prontamente me respondeu: ...SER DIFERENTE, COM ESSE CABELO DESSA COR!!!... eu, sem palavras, me sentindo um E.T.., olhei pra minha amiga e falei, vamos. E a vendedora ficou olhando e me analisando. Realmente me senti um extraterrestre, mas faz parte, ser ruivo é ser diferente, é ser original, único e hoje, na fase adulta, feliz por ser assim. Ser ruivo, pessoal, é ser diferente, mas somos desse planeta apesar de sermos raros tá??
Beijinhos.

Lydia Freitas - São Paulo - SP