segunda-feira, 29 de março de 2010

FILHOS RUIVOS! POR QUÊ NÃO TÊ-LOS?

  

   Se você é apaixonada (o) por crianças ruivas e sempre teve a curiosidade de saber ou mesmo de ter um filho ruivinho, não se preocupe: nós encontramos a solução. A receita que daremos aqui tem 100% de aprovação.

   Agora que o segredo será revelado você precisa fazer uma decisão muito importante e séria. Precisamos saber se realmente você está preparado(a) para ver o seu filho(a) receber alguns apelidos maldosos, que certamente surgirão durante a infância e adolescência. Antes de darmos a receita queremos saber se você está disposto(a) a gastar uma grana com protetor solar e dermatologistas e, prometer, que em hipótese alguma, vai pintar os cabelos do seu filho de outra cor. Promessa feita?

     Após uma pequena reflexão, pois não adianta passar muito tempo enrolando vocês, vamos a dica. Pegue uma foto sua e uma de um pretendente seu, pode ser do marido ou da esposa. Se um dos dois for ruivo aumenta a probabilidade, se não for, pinte os cabelos de ambos, no Fotoshop, depois use o programa Makemebabies, pelo menos aqui o seu filho(a) vai sair ruivinho. Já na vida real, só Deus sabe!



Relizamos o sonho do Pedro e aumentamos o número de ruivos no planeta. Faça  seu ruivinho e mande para o nosso e-mail: osruivos@ol.com.br , quem sabe ele não vem parar no nosso Blog.

segunda-feira, 22 de março de 2010

PERSONAGENS RUIVOS


   Os ruivos sempre permearam o nosso imaginário, principalmente, o imaginário infantil. Os desenhos animados e os quadrinhos são provas de que, os personagens ruivos, cabelos avermelhados ou alaranjados, chamam a atenção da criançada e dos adultos. Por isso, resolvemos apresentar aqui alguns personagens e relembrar a nossa infância. Ah! Você pode ajudar. Escreva em nosso comentário a personagem que você lembra e mande o desenho e o nome para nosso e-mail: osruivos@uol.com.br.   Aumente a nossa lista.


   No desenho do He-Man uma das heroínas era Teela. A ilustração aqui foi feita pelo Frank Cho. Pelo jeito, o Homem–Fera  é  mais chegado a heroínas  do que o He-Man.






Jean Grey: a mais conhecida integrante do elenco feminino dos X-Men.



Hera Venenosa: Vilã das histórias do Batman. Sua sensualidade é aflorada quando desenhada por Bruce Timm.





Sonja é  guerreira dos quadrinhos de Conan: O Homem-Arranha encontra Sonja.


A  querida Dafne do desenho Scooby-Doo.


 Sheilla do desenho Caverna do Dragão

Ta faltando os rapazes. Dá uma força! 



domingo, 7 de março de 2010

ÍCONES RUIVOS FEMININO - por Adélia Jeveaux

Nossa homenagem ao dia internacional da mulher. O texto é de Adélia Jeveaux,  parceira do Movimento Vermelho.

                                       Christina Hendricks

Sempre achei ruivos e ruivas um máximo. Desde pequena eu sentia uma forte identificação com os ruivos, e ter nascido com cabelo castanho parecia um cruel erro da genética, uma injustiça para com a minha branquelice e as minhas sardas. Por isso, desde muito cedo na vida, penso nos ruivos e ruivas como “aquele restrito grupo do qual eu quero fazer parte”. Portanto, com a sinceridade da minha ruivice honorária (leia-se: de farmácia), fui inspirada pela peça “Os Ruivos” e pelo blog Liga das Ruivas a fazer um apanhado dos ícones femininos ruivos da minha vida.

Começando pela primeira infância, nos idos de 1989, impossível não citar Ariel. Uma das personagens mais queridas da Disney, tem longas madeixas cor de sangue, foi motivo da primeira catarse da minha vida quando, com meses de idade, vi Ariel na tela de um cinema e pensei: é isso, quero ser assim quando crescer. A boneca da Ariel era, naturalmente, uma das minhas favoritas, e se destacava em meio àquele monte de Barbies loiras e iguais. Disputando a atenção com a boneca da Ariel, tínhamos a Moranguinho – clássica, timeless (mas eu a achava um tanto fedorenta, então ficava com a Ariel mesmo).

Alguns anos depois, comecei a ver “Caverna do Dragão”. Sheila pode não ser a mais legal das personagens desse desenho, mas ela era ruiva, então, naturalmente, era minha preferida. Até sardas ela tinha. Ainda que fossem aquelas três míseras sardinhas em cada bochecha, bem coisa de desenho mesmo.

Lá pelos 5 anos de idade, em 1994, desenvolvi o gosto por um desenho japonês que, para uma menina, soava inusitado (leia-se: era motivo de piadinhas e humilhação na sala): Cavaleiros do Zodíaco. Se você lembra dos personagens, sabe que a irmã do Seiya, Marin, era ruiva. Não é incrível? Um desenho japonês, que se passa na Grécia, tem uma personagem de suma importância (ai de quem diga que não) que é ruiva. O único problema é que eu era apaixonada pelo Seiya, então não dava pra “ser” a Marin, né. Seria estranho. Enfim.

Seguindo em frente, os anos de 1998/99 têm uma importância especial. Foi quando vi Lindsay Lohan pela primeira vez. Tudo bem que Lindsay não é exatamente o que podemos chamar de musa, mas em “The Parent Trap” ela era uma ruivinha (ou melhor, duas ruivinhas) linda, com um cabelo sensacional e sardas pipocantes pela cara toda. Também foi o ano em que vi “Titanic”, cuja heroína, Kate Winslet, exibe belas e cacheadas madeixas rubras. (Ok, sabemos que era pintado, Kate não é ruiva natural, mas quem liga?) Foi também em 1999 que conheci Julianne Moore, ruiva- mor-de-todos-os-tempos. E foi nessa época que estouraram as Spice Girls, que tinha a Geri Halliwell e seu estranho apelido de Ginger Spice, que só depois veio a fazer sentido.

Quem via o seriado “Sabrina – a bruxinha feiticeira”, também nessa mesma época, sabe que a melhor amiga dela era ruiva. Aliás, o Nickelodeon era ótimo pra essas coisas: havia um seriado chamado “Pete & Pete”, sobre dois irmãos, e os dois eram ruivos, e o irmão e o pai da Melissa Joan Hart em “Clarissa” eram ruivos também.

Anos depois, lá por 2001, a Sony exibiu uma série com Cybil Shepherd, cuja filha fictícia era a ruiva Alicia Witt. No mesmo canal, That 70’s Show tinha Laura Prepon como Donna – ruiva e, óbvio, minha personagem preferida do seriado. Aliás, nas últimas temporadas ela causou grande decepção ao pintar seu cabelo de loiro.

Em Arquivo X, ainda que não fosse muito a minha praia, tinha a Scully, interpretada por Gillian Murphy. Sem falar em Jessica Rabit, perpetuando a imagem da ruiva fogosa (má escolha de palavras), mesmo em desenho animado, bombando na Tela Quente e Sessão da Tarde ao longo da década de 90.

Durante a adolescência também não faltaram musas ruivas em quem me inspirar. Na música, tinha Melissa Auf Der Maur, baixista do Hole e do Smashing Pumpkins, Shirley Manson, vocalista do Garbage, Tori Amos, cantora e pianista. Eu via “Buffy – A Caça-vampiros” só porque achava a Allison Hannigan demais. No cinema, pipocaram ruivas (naturais e honorárias) como Cate Blanchett em “Vida Bandida” (até hoje na briga pelo topo da minha lista de ruivas favoritas), Bryce Dallas Howard, de “A Vila”, Nicole Kidman (especialmente naquele filme com a Sandra Bullock, em que elas são bruxas – meu deus, que cabelo), Kelly Reilly (de “Albergue Espanhol” e “Bonecas Russas”), Kirsten Dunst em “Homem Aranha”, e conforme eu fui descobrindo o cinema antigo, figuras como Lauren Bacall, Rita Hayworth, Moira Shearer apareceram pra engordar a lista. Quem curte filmes dos anos 80 sabe que Molly Ringwald era uma figura importante no cinema da época, nos filmes de John Hughes – adivinha: ruiva.

Hoje em dia, estão em destaque Amy Adams, Isla Fisher, Marcia Cross, Debra Messing, Cynthia Nixon e Kate Walsh nas séries e no cinema, Lily Cole, Jessica Stam e Karen Elson na moda, Regina Spector na música… A lista é longa, viu! E se eu sei os nomes delas todos é porque, desde cedo, desenvolvi o hábito de memorizar os nomes de ruivas, uma vez que elas apareciam menos do que loiras e morenas, e era sempre com elas que eu me identificava mais, eram as que eu queria “ser”.

Entre as brasileiras, temos Alessandra Maestrini, Maria Eduarda, Camila Morgado (aquele cabelo de “A Casa das Sete Mulheres” era tudo ein), e a honorária das honorárias, Julia Petit – cuja ruivice não-genética é tão convincente que nem todo mundo sabe que seu cabelo é pintado.

E, ultimamente, devo dizer que minha musa ruiva preferida tem sido Christina Hendricks, do seriado “Mad Men” (reparem que nos seriados as ruivas marcam presença). Não sei se ela é ruiva natural, só sei que é linda e poderosa, um pouco na linha Jessica Rabbit, mas de carne e osso, e em evidência na midia atual. Entre os homens, meu preferido isolado tem sido Michael C Hall, de “Dexter” – um espécime digno, pra dizer o mínimo.

Às atrizes/cantoras/modelos/desenhos animados que queiram se juntar ao movimento, sempre tem espaço pra mais uma! Junte-se a nós e inspire uma menina ruiva a gostar de si mesma, ou uma não-ruiva a virar ruiva (como eu!).

Por Adélia Jeveaux



segunda-feira, 1 de março de 2010

DO RIO DE JANEIRO PARA O BRASIL


Hoje, dia primeiro de março, a cidade do Rio de Janeiro completa mais um ano de vida. Ao todo, já são 445 anos de existência. E foi em meio a essa natureza e esse calor intenso que criamos a peça e o nosso movimento. Agora, nos preparamos para viajar por esse Brasil e queremos que você, ruivo de cor ou de alma, nos ajude a escolher pra onde vamos.

Você, que ainda não assistiu à peça porque infelizmente não nos recebeu em sua cidade, tem agora a oportunidade de fazer o seu pedido. Basta dizer o nome da cidade e seu e-mail.

Estamos também colocando, aqui na lateral do nosso blog, as principais matérias que saíram, além dos programas de TV que participamos, pra quem não sabe exatamente como tudo começou e pra mostrar curiosidades e histórias que contamos na peça. Está aberta a sessão “Onde você quer que Os Ruivos estejam”. Contamos com você.

Pedro Monteiro