domingo, 24 de outubro de 2010

Temporada Mineira.



A passagem da peça “Os Ruivos”, com a sua Caravana Vermelha por Minas Gerais, foi um sucesso. Tivemos a honra e ficamos muito felizes em abrir o 3 dia. Festival Nacional de Teatro de Itaúna no último dia 14 de Outubro. Nas duas sessões tivemos o teatro lotado com um público muito interessado em conhecer a nossa peça, que na cidade mineira, realizou sua apresentação número 134 desde a nossa estreia, em Outubro de 2008.


Fomos muito bem recebidos pela produção do Festival (Charles, Regina, Felipe e Pedro) que nos buscaram no aeroporto no dia 13. De lá, seguimos pra cidade e fomos direto para o teatro, deixar todo nosso cenário e matar a curiosidade em conhecer o teatro do SESI, por sinal muito bem cuidado pela administração do Sr. Marco. Depois, fomos conhecer a cidade e as cachoeiras.


A noite de estreia foi muito prazerosa, incluindo a festa de lançamento do festival. Lá tivemos um contato próximo com o público que manifestou suas considerações e com isso nos deu a sensação de dever cumprido: Levar teatro para o Brasil e proporcionar uma reflexão sobre preconceito, mas sempre com bom humor, pois rindo a gente sofre menos.


Fica um gostinho de querer mais, não só pra voltar a outras cidades mineiras, que não conhecemos ainda, como também a outros lugares do norte, nordeste e centro oeste do Brasil.


A Caravana Vermelha continua, afinal de contas o negócio tá ruço pro Russo.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Peça Os Ruivos no festival de Itúna –MG

         
   A peça “Os Ruivos” faz apresentação, hoje, no 3º Festival Nacional de Teatro de Itaúna, em MG. A chega ao festival, com conforto e segurança só foi possível graças Azul Linhas Aéreas Brasileiras. Tivemos uma apresentação ontem e hoje esperamos o mesmo público caloroso e receptivo. São onze dias de muita diversão e cultura. O evento que acontece entre os dias 14 e 24 de outubro, com 13 espetáculos de palco, espetáculos de rua e espaço alternativo, além de quatro oficinas totalmente gratuitas e uma palestra sobre leis de incentivo à cultura, Serve para continuarmos nossa saga em busca dos ruivos por todo Brasil.

A proposta do Festival Nacional de Teatro de Itaúna é a democratização e ampliação do acesso da comunidade às artes cênicas. Concebida para ser bienal, a mostra teve duas edições com absoluto sucesso de público, em 2005 e 2008. Em 11 dias de festival, Itaúna vai receber grupos teatrais do Rio de Janeiro, Pernambuco e Belo Horizonte.

Os espetáculos:

“Os Ruivos” – Cia Jogo de Cena – Rio de Janeiro

“O Acidente” – Visível Núcleo – Pernambuco

“Negro de Estimação” (solo de teatro e dança) – Visível Núcleo – Pernambuco

“O Diário Secreto de Lorri (baseado em conto de Hilda Hilst) – atores independentes

“São Francisco de Assis à Foz” – Cia P´atuá (será apresentada também em Divinópolis)

“Sgroft, Herética ou Ninguém” – Grupo Carabina

“O Pequeno Grande Encontro” – Cia Circunstância

“De Mudança” – Cia Circunstância

“1961-2010” – Zap 18

“Próxima edição – espreme que sai sangue” – Cia Malarrumada

“A História de Édipo” – Cia Andante de Teatro

“O Pastelão” – Grupo Trama de Teatro (apresentação em Itatiaiuçu)

As oficinas:

Rítmica Corporal – Mônica Ribeiro

Intervenção Cênica – Carlos Rocha

Confecção e manipulação de bonecos de materiais recicláveis – Sumaia Costa

Acrobacia Cênica e técnica circense – Cia Andante de Teatro

Saiba Mais sobre  Festival de Itauna- MG

Ping Pong Com Ruivos


 
Vamos reproduzir aqui uma entrevista no formato Ping Pong, ou seja, perguntas e respostas que saiu no site Vizoo com Pedro Monteiro, nosso representante Ruivo. Já me pediram para fazer entrevistas com ruivos Famosos. Estamos produzindo. Logo, logo, vamos passar a publicar entrevistas, no mesmo formato, para o deleite dos ruivos do nosso blog. Fique com a primeira: Pedro Monteiro.

Vizoo – Você contribuiu na criação do personagem do comercial da Skol ou "apenas" interpretou um previamente bem definido?

Pedro Monteiro – Sim, contribuí. O personagem tava definido como um homem de 25 anos, engraçado e que “soubesse” dançar algo descontraído em cima da música que eles usariam para o filme.

V – Aquela dancinha impagavel, é "sua" ou te ensinaram?

PM – A indicação da direção (Clóvis Bueno, o cara dirige grande parte das campanhas publicitárias) foi que, a cada colocação de adereço, eu fizesse uma movimentação diferente e, com a chegada do Beto Barbosa, dançasse junto com ele. Assim criei aquela lambada “sem vergonha” que não deixa de ser o que nós homens, quando éramos moleques na década de 90, tentávamos fazer pra dançar com as meninas. Mexe o braço, balança a cintura e dá uns chutinhos pro lado.


V – Está tendo que ensiná-la (a dancinha) para amigos e fãs?

PM – Hahaha, os amigos não chegam a pedir isso pois é meio cara de pau alguém vir pedir isso pra mim, mas hoje mesmo (segunda-feira) uma mulher me reconheceu dentro do bar e pediu pra eu dançar pra ela; eu dei uma risada, agradeci e brinquei que só danço lambada quando estou com a minha sunga de crochê. Esse filme tá uma loucura, todo dia vem alguém que não conheço comentar o filme, perguntar se eu virei amigo do Beto Barbosa, se vou desfilar no carnaval com aquela roupa no bloco das pochete, tá uma loucura.

V – De alguma forma se arrepende do comercial?

PM – De forma alguma. Quando recebi o roteiro gostei do que li e quis fazer o teste (ao todo foram por volta de 60 pessoas no casting). O filme é de cerveja mas não tem apelação para mulher gostosa, tipos físicos e nem de opção sexual. Isso é muito bom. Poder fazer graça sem ser preconceituoso. Pude brincar de Trapalhões com sunga de crochê, óculos new wave e barriga nada tanquinho.

V – A peça publicitária está alavancando sua carreira de garoto-propaganda?

PM – Ao todo já devo ter feito uns 20 filmes para publicidade. Antes do “Adocica” já fui nerd em 10 filmes; inclusive fiz uma campanha chamada “Zé Ruela” pra outra cerveja, onde fazia o papel-título, mas nada se compara a esse filme. Já recebi convite pra fazer um outro filme para um outro produto, mas como a minha carreira é voltada para outras coisas, não me sinto obrigado a fazer qualquer campanha e assim posso ter calma pra resolver o que vou fazer.

V – Além da peça "Os ruivos" e o filme "Vida de balconista" (lançado em DVD recentemente), o que mais você tem feito ultimamente?

PM – Continuo fazendo a peça “Os Ruivos”, que agora em outubro se apresenta em Minas Gerais. Viajo para os festivais de cinema divulgando o longa “Vida de balconista”, que participa esse mês de festival em Sergipe e em novembro segue para o Gramado Cine e Vídeo. Apresento o programa de rádio “Humor de segunda”, toda segunda de 12h às 13h e das 18h às 19h na rádio 94.1 FM Roquete Pinto. Também estou na tevê, fazendo a série “Open bar” com Silvio Guindane, na qual faço o garçom Bigode, todo domingo às 22h no canal Multishow, e acompanho a minha série “Mateus o Balconista”, que passa todo dia às 21h no canal Mix TV da Net. Por fim, dou aula de teatro há 10 anos numa escola no Humaitá, no Rio. Depois, tomo uma cervejinha pra relaxar.

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