segunda-feira, 25 de abril de 2011

Diário de bordo ( Fim da temporada Sergipe)


Uma das coisas mais incríveis do teatro é que é necessário muito pouco para que ele aconteça. E essa “coisa” existe em qualquer lugar do mundo: O HOMEM. E no jogo teatral esse homem pode exercer dois papéis: O do ator ou o da platéia. Sem isso não há como ter teatro. Pois o teatro é feito do homem para o homem sobre o homem.
Um dos momentos em que percebi que era isso que eu queria fazer na vida, foi quando ao assistir uma peça percebi a minha vontade e o desejo de estar  no palco contando algo para alguém. No caso dessa peça, que assisti, esse alguém era eu. No caso de fazer a peça “Os Ruivos” esse alguém são todas essas pessoas que já assistiram alguma das 160 apresentações que já fizemos pelo Brasil. Não há dinheiro no mundo que pague a alegria que eu tenho ao ver  o público no teatro e, além do mais, que há dentro desse público pessoas que NUNCA viram teatro. Nesses encontros é que começamos a ter noção do papel que o teatro pode ter, por isso temos vontade e desejo de levar essa história pra qualquer lugar onde haja alguém interessado a trocar com a gente. Democracia de acesso a cultura pra nós é isso. Por isso, continuamos com o objetivo de levar a nossa Caravana Vermelha (Movimento e peça) para onde for possível, sem distinção de região, estado, município.
Assim faço questão de registrar e agradecer a todos os municípios e seus moradores pelo carinho com a nossa caravana. A idéia de escrever essas palavras tortas vem desde domingo com o fim da temporada por Sergipe onde fomos MUITO bem tratados e alimentados (engordei três kilos, rsrs)
Aracaju - SE
Capela - SE
Estância - SE
Laranjeiras - SE
Itajaí - RS
Gravataí - RS
Campo Bom – RS
São Leopoldo – RS
Carazinho – RS
Passo Fundo – RS
Flores da Cunha – RS
Taquara – RS
Friburgo – RJ
Três Rios – RJ
Niterói – RJ
Rio de Janeiro - RJ

Pedro Monteiro



Um comentário:

Anônimo disse...

Venham pra Brasília!!!